domingo, 3 de outubro de 2010

Futuramente mais travestis de Salvador.

ATENÇÂO!
Estamos preparando novos ensaios de travestis para estarmos disponibilizando para vocês amadores dessas beldades terão surpresas.

Então, aguardem.....

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Entenda um pouco sobre as travestis

Vamos ao assunto principal, o que as travestis tem que as mulheres não tem, rsposta muito simples, “penis”. Você sabia que a maior parte dos travestis não são homossexuais?





Segundo Moema, que é um "travesti": " Travesti não é o que se veste de mulher, é o que toma hormônio e silicone".(SILVA, 1993, p. 17). Doses diárias de estrogênios para produzir um certo grau de feminilização anatômica; ocorrendo em alguns indivíduos discreto crescimento das mamas, vigiado dia a dia pelo indivíduo que está se "travestindo". A textura da pele fica mais macia, os pêlos são tirados em sessões longas de eletrólise ou com depilação a quente, principalmente os pêlos do peito, membros inferiores da região ano/genital. O estrogênio reduz em alguns indivíduos a freqüência das ereções, para outros continua igual.

Os atributos físicos, ao contrário das mulheres são graças a uma feroz e persistente contra a natureza.

As roupas femininas que usam expressam a mulher (papel social aceito e reconhecido) SILVA, 1994, coloca que o " travesti ", de fato fantasia-se de mulher, através das roupas que veste, das posturas femininas que quer ter, exagerando-as as vezes para parecer o mais natural possível, assumindo o papel de mulher nas diversas situações de vida.

Há diferença entre "travesti" e transexual. O "travesti" não rejeita a genitália, convive bem com o órgão sexual masculino; apenas em seu ser falta algo feminino. " A sua identidade de gênero é bigenérica, ou seja, ele se sentem homens e mulheres ao mesmo tempo". (COSTA, 1994, p. 140).

O transexual masculino rejeita seu órgão sexual, querendo se livrar dele e ter uma genitália feminina. Os transexuais, colocam que sempre se sentiram mulheres num corpo de homem.

Alguns " travestis ", quando meninos tiveram características femininas. Durante a adolescência, quando as características secundarias masculinas, se definem devido à exploração hormonal, é que a maioria dos " travestis ", acrescentam um comportamento diferente a aquele que vinham apresentando.

Neste período surgem os conflitos consigo mesmo e com a família (pais, irmãos, tios, avós, etc...). Poucos pais aceitam e apoiam com relativa compreensão este novo comportamento do filho. Por isto a maioria dos travestis, abandonam a casa paterna, buscando um espaço social onde possam ser eles mesmos. Nas grandes cidades, o anonimato os protege: agrupam-se a outros indivíduos que estão na mesma situação, ou seja marginalizados, para que tenham condições de pelo menos sobreviver.

Como a sociedade não abre espaço, dificultando que estes indivíduos de comportamento ambíguo, consiga trabalho, fica complicado resolver com dignidade as questões relacionadas à sobrevivência.

Se a condição do travesti é por si mesma ambígua, o lugar onde se coloca e no qual se torna mais visível para a sociedade sobrecarregada essa ambigüidade de uma angulação contingente. ( SILVA, 1993, p. 81 ).



Com grandes dificuldades para se manterem restam aos " travestis ",poucas opções de trabalho. Alguns conseguem colocações em salões de beleza ou ateliês de costura, funções reconhecidas como " tipicamente " femininas. Outros empregam-se em entidades de assistência médica, como auxiliares e atendentes de enfermagem; nestes locais geralmente exigem que se apresentam de acordo com o sexo biológico, assumindo a verdadeira identidade. Alguns outros com talentos artísticos conseguem se ingressar no meio artístico e fazem carreira e para muitos outros, para sobreviver acabam se dedicando a prostituição.